O ministro Edson Fachin, relator da
Lava-Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), negou o pedido da
Procuradoria-Geral da República (PGR) para prender o senador Aécio Neves
(PSDB-MG). Ao contrário da expectativa que se criou nesta quinta-feira, o caso
não deverá ser levado ao plenário do tribunal.
Na mesma decisão, Fachin afastou o
parlamentar de suas funções, mas manteve ele no cargo. Ou seja, o tucano poderá
frequentar o Congresso Nacional, mas não está autorizado a votar, por exemplo.
Pela manhã, a presidente do STF,
ministra Cármen Lúcia, conversou com Fachin sobre as delações dos donos da JBS.
Ambos têm falado sobre o assunto nos últimos dias – ou seja, a presidente não
foi surpreendida pelas revelações. O próprio Fachin sabia que o conteúdo das
delações poderia ser vazado pela imprensa. O caso ainda está sob sigilo.
Fachin deverá receber até o fim do dia
o resultado oficial das diligências. Depois disso, ele poderá tomar novas
providências – como, por exemplo, retirar o sigilo das delações, que já estão
homologadas.
Fonte O Globo
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