Na noite do último sábado (1), a cidade de São
Gonçalo, no recôncavo baiano a 109 km de Salvador, parecia um verdadeiro campo de batalhas entre
policiais militares e tocadores de “espadas”.
Todos os anos, a
batalha atrai muitos turistas que ficam fascinados com o brilho e velocidade
dos artefatos usados como “espadas”. No entanto, a tradição costuma deixar
feridos.
Temendo
a ação danosa das "espadas", que riscam as ruas, paredes e monumentos da cidade, os moradores
fecham suas casas na noite da guerra, alguns chegam a vedar as fachadas com
folhas de madeira.
Apesar de perigosa, a tradição é mantida a anos por moradores da
cidade, que aguardam a chegada do São Pedro para dar início a manifestação
cultural.
Quando a tradicional guerra de espadas da Cidade
Jardim acontecia no último sábado, havendo vários 'espadeiros", simpatizantes, curiosos e
pessoas que pretendiam conhecer o evento, nas ruas do centro de São Gonçalo, policiais da 67ª CIPM (PETO E RONDESP), apareceram tentando proibir que os fogos
fossem tocados. No momento dos embates houveram muito bate-boca, ofensas, agressões, tiros de balas de borrachas e disparos de arma de fogo.
Pessoas acusam em seus perfis pessoais nas redes
sociais uso excessivo da força policial. Várias pessoas foram conduzidas à
delegacia de polícia civil.
A lei 10.826 de 23 de
dezembro de 2003, conhecida como lei do desarmamento no seu artigo 16º Diz: possuir,
detiver, fabricar ou empregar artefato explosivo ou incendiário, sem
autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar. É crime com pena de reclusão, de 3 (três) a 6
(seis) anos, e multa.
Assista aos Vídeos:
Redação São Gonçalo News










Postar um comentário