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segunda-feira, 3 de abril de 2017

MÃES DE ALUNOS RECLAMAM FALTA DE PROFESSORES EM ESCOLAS DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE SÃO GONÇALO DOS CAMPOS.

Mães de alunos da Rede Pública Municipal de Ensino, de São Gonçalo dos Campos, denunciam falta de professores em várias escolas do município.

Entre as unidades de ensino que recebemos as informações estão: a Escola Nelson Pessoa, Nini Dessa, Tibúrcio Barreiros e o Colégio Agripina.
Uma mãe, que preferiu não se identificar e seu filho estuda na Nini Dessa, relatou que seu filho estar indo para a escola todos os dias, mas que não tem professor na série dele e que a direção coloca duas turmas na mesma sala de aula, para que as crianças não voltem para casa ou não fiquem brincando no pátio da escola no horário da aula atrapalhando outros professores. Desabafou “vivemos essa falta de professor ano passado e estamos vivendo tudo de novo, pensei que iria mudar essa situação, é lastimável em pleno século 21 ver escolas sem professores”.

Constamos também falta de professores na Escola Nelson Pessoa, no Colégio Agripina, Tibúrcio Barreiros além da Nini Dessa como relatado por uma mãe acima. Nossa reportagem foi conferir de perto a denúncia e presenciamos alunos ociosos no horário de aula no CMALP, transitando pelo pátio da escola, já na Nelson Pessoa, há falta professor mais os alunos estavam em aula, porém professores dando aulas com duas turmas juntas.


Conversamos como alguns professores, das escolas citadas que se mostraram bastantes preocupados com a situação. Uma docente informou que “entra ano e sai ano que há sempre falta de profissionais de ensino e alunos sendo prejudicados. ” Outro diz que “muitas vezes a direção para não mandar o alunado para casa colocam duas turmas em uma sala de aula e as vezes de séries diferentes, isso é ruim para professores e pior ainda para as crianças, principalmente em séries iniciais “. Salientando ainda que o ciclo de aprendizagem (antiga unidade) termina 26 de maio.
Lembrando que as aulas na rede municipal de ensino começaram no dia 13 de março e até hoje os alunos convivem com a falta de professores. 


Fonte São Gonçalo News

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