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domingo, 26 de março de 2017

“JÁ ESTAMOS ACOSTUMADOS A TRABALHAR EM GRANDES CLÁSSICOS”, DISPARA ARGEL FUCKS SOBRE O BA-VI

Ele chegou ao Vitória em setembro de 2016 para assumir o lugar de Vagner Mancini. Na ocasião, o clube era apenas o 18° colocado no Brasileirão e corria sérios riscos de rebaixamento. Poucos meses à frente do Leão foram o suficiente para o gaúcho (nascido e criado em Santa Rosa-RS), Argel Fucks, livrar o time vermelho e preto da tão temida degola.
Não foi fácil.
Na ocasião, o ex-zagueiro, de 42 anos contou, além da ‘garra’ do time em campo, com o boa fase do atacante Marinho e uma combinação de resultados (o empate do Internacional contra o Fluminense (1×1)) na última rodada do certame.
Agora, em 2017, o cenário é outro.
Sob o comando de Argel, o Vitória mantém um excelente retrospecto. Ostenta, por exemplo, o segundo melhor desempenho entre os 20 times da Série A do Campeonato Brasileiro. De quebra, segue firme e forte nas três competições que disputa: Copa do Brasil, do Nordeste e Campeonato Baiano. Neste domingo (24/3), o técnico comando o Leão diante do Jacobina. Um triunfo hoje pode render tranquilidade e moral para o Ba-Vi do próximo dia 9, na Fonte Nova.
Confira:
Nesta última sexta-feira (24/3), acabou sendo definido, em sorteio na CBF, que o River-PI será o adversário do Vitória nas quartas de final da Copa do Nordeste. Foi algo que lhe agradou?
Nós não escolhemos adversários. O sorteio acabou nos colocando frente ao River-PI, um adversário complicado. Agora se afunilou a competição… é mata mata . Jogamos o primeiro jogo lá na casa deles. Depois, na nossa casa. A logística é um pouquinho mais complicada, por que é um lugar mais longe. Questão de voo, tanto para nós quanto para eles, mas… a gente tem que ir , tem que passar por cima de tudo isso. Não ficamos planejando, pensando em possíveis adversários. O River é um time de qualidade, jogou contra o Sport na fase de classificação, empatou em 2 a 2 na Ilha do Retiro. Nós temos um respeito pelo adversário que nós pegamos. Nosso objetivo era ficar em primeiro (no grupo), ficamos. Poderia sair o Campinense, o Sergipe, o Itabaiana…acabou sendo o River. É uma competição agora mata-mata. É um jogo de 180 minutos.
O Vitória ostenta nada menos que o segundo melhor aproveitamento entre os clubes que disputam a Série A no Campeonato Brasileiro. É um bom parâmetro?
Acho importante, principalmente, a partir do momento que você monta um time novo. De 2016, nós só temos três jogadores que eram titulares. Nós estamos aí só com 80 dias de trabalho e já começa a dar resultado. Nossa equipe se encontra numa evolução na parte tática, técnica, física. Acho que estamos crescendo no momento certo da competição, a partir do momento que vai se afunilando. Estamos jogando três competições simultaneamente (Copa do Brasil, do Nordeste e Campeonato Baiano). Estamos bem nas três e isso é importante, mostra a força do grupo. Nós temos um grupo qualificado, homogêneo. Agora, não ganhamos nada ainda. Isso não nos dá garantia de nada ... apenas atravessamos um bom momento. Agora vai chegar o momento da decisão é precisamos estar preparados.


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